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4 + 1 Filmes! 😀

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I Frati Rossi [1988]

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Recentemente encontrei uma pessoa que também tem um grande apreço pelo horror, mais precisamente pelo horror italiano de culto, Argento/Fulci, Bava e etc. Numa conversa sobre as nossas coleções ele afirmou que tinha uma cópia em DVD do filme I Frati Rossi [aka The Red Monks] do Fulci. Bem eu na minha memória quase que me lembrava de todos os filmes do padrinho do gore, mas nunca tinha ouvido falar de tal filme, claro que lhe pedi emprestado e hoje posso afirmar que o filme não tem qualquer influência ou mesmo qualquer relacionamento com o Fulci, a única parte em que o Fulci esteve envolvido no filme foi na capa onde aparece o seu nome. Graças ao livro “Splintered Visions” do Troy Howard consegui tirar essa dúvida a pratos limpos.

Para quem tem curiosidade o que se passou foi, em 1988 Antonio Lucidi e Luigi Nanneirini contrataram Fulci para realizar alguns filmes e ao mesmo tempo colocar o seu nome em outros tantos. Bem depois de se envolver em dois filmes decidiu que aquilo não era para ele, infelizmente o contrato já estava assinado logo o seu nome ficou sempre associado a pelo menos 5 filmes incluído este The Red Monks. Fulci chegou a ser associado como produtor executivo e responsável pelos efeitos especiais, bem não é preciso ser fanático pelo padrinho do gore para perceber que isso nunca aconteceu.

Mas deixando a história de bastidores de lado e falando sobre o filme em si. A história do filme é básica e demasiado batida, é uma tentativa de voltar aos filmes góticos dos anos 60. Ora um milionário apaixona-se por uma rapariga que por acaso estava a trespassar a sua propriedade, e decide-se casar com ela. Na primeira noite de núpcias e nas seguintes ele rejeita-a sexualmente pois fez um acordo com um culto para a sacrifica-la, e eles necessitavam de sangue virgem.

Existem muitos filmes maus que conseguem ser bons, outros tornam-se de culto mesmo fazendo pouco sentido, bem Red Monks nunca se vai tornar isso tudo. Os primeiros 5minutos de filme da-nos uma amostra para o que nos espera, a fotografia do filme é limpa e mais parece uma produção de televisão, temos um aranha que persiste aparecer no filme mas até na loja do chinês compra-se hoje qualquer coisa mais real. Os Red Monks parecem-se um pouco com o KKK.

O director a meio do filme não parece saber o que fazer para continuar alongar o mesmo, decide meter de meia em meia hora umas mamas de fora para tentar cativar a atenção do espectador mas já é tarde, essa já saiu pela porta fora há muito tempo.

Red Monks vai sempre ter o nome de Fulci ligado a sua história, mas com os tempos de hoje facilmente sabemos que isso nunca aconteceu, ou seja a menos que encontrem o filme a £1 e não tenha melhor que fazer percam tempo com isto, se não procurem um filme do mestre e vejam, pelo menos sabem que o tempo é bem passado.

 

Zombi III

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Zombi 3, Zombie Flesh Eaters 2 podem-lhe chamar o que vocês quiserem, eu pessoalmente prefiro o Zombi 3 .

Zombi 3 mostra facilmente porque é que o cinema italiano entrou em declínio,é um exemplo perfeito daqueles filmes feitos para tentarem ganhar mais uns trocos antes da bolha explodir. Quer isto dizer que Zombi 3 é um mau filme? Isso já depende do gosto de cada um, para mim o filme é satisfatório só peca pela sua longevidade, mas isso é facilmente explicado nos extras do Blu Ray e ainda melhor no livro que se vê na fotografia.

Fulci quando aceitou fazer este filme já se encontrava demasiado doente, tendo várias vezes “desaparecido” durante as filmagens. Para o seu lugar o produtor Franco Gaudenzi escolheu a dedo Bruno Mattei e o escritor do filme Claudio Fragasso (que ficou com os louros, as na realidade foi a sua esposa que veio com o argumento). E a diferença de filmagem é facilmente detectada para o fã mais acérrimo mas também para o olho comum.

Mas antes de entrar em pormenores vamos a história! Um grupo de cientistas está a criar uma nova arma biológica que tem como objectivo a ressurreição dos mortos, a experiência como é de esperar não corre como previsto e transforma um simples cadáver em uma máquina esfomeada por carne humana. A experiência fica sem efeito, mas antes de poder ser destruída um dos recipientes é roubado,depois de um tiroteio muito fraquinho o vilão dos primeiros 15minutos acaba por se contaminar a ele próprio.

Obviamente mais tarde é apanhado e cremado, e aqui é que os problemas começam, com um vírus que se propaga pelo ar, acaba por contaminar a ilha toda devido ao espalhar das cinzas, esta mensagem que mistura ambiente com poluição é um cópia descarada do The Living Dead at Manchester Morgue mas são estes pormenores que fazem estes filmes ganharem estatutos de culto.

Este filme é facilmente divido em duas partes, as partes más realizadas por Mattei com pássaros zombies, ou as lutas com os zombies que parecem mais uns ninjas que aparecem de todo o lado. E as partes que se aproveitam são aquelas que sem dúvida tem o toque do mestre, a cena do hotel, uma cena mítica que envolve uma piscina e provavelmente a cabeça voadora só podia sair da cabeça de Fulci.

Os zombies filipinos também tem que ter uma palavra de apreço e alguns zombies estão muito bem caracterizados como sempre, é algo que me surpreende sempre nestes filmes Italianos, tudo o resto pode parecer amador, mas as caraterização é sempre excelente.

O filme vai-se arrastando um pouco até ao seu final, mas acaba com uma das frases que representa todo os filmes dos anos 80.

Were going to go back and fight …….But this time were going to win!

Simplesmente poético, Fulci nunca se assumiu fã de este filme mas até hoje nunca se percebeu porque deixou ficar o seu nome como principal director.

Em jeito de curiosidade umas das personagens principais hoje é um director famoso em séries de televisão tendo do seu curriculo episodios de House e CSI Miami.

Fulci Lives!

Black Friday & Xmas

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Nasties & Others

Aqui estão as últimas chegadas aqui a casa. Devido ao livro Shock! Horror! Descobri um pouco mais sobre os video nasties.

Zombie Flesh Eaters 2 foi sendo adiado até finalmente chegar este mês, só deixou novamente a ideia que a 88 Movies é uma distribuidora amadora.

Se tiver tempo e alguma paciência falarei de alguns dos títulos ali apresentados.

 

Top 2014

Estive para terminar o ano a falar-vos do novo filme de Kenshin, mas como o filme está dividido em duas partes e como não sei quanto vou ter acesso a segunda, decidi passar já para o top 2014 de este ano. Como nos anos anteriores vou só colocar filmes que tiver a oportunidade de ver e falar no blogue, talvez antes do fim do ano ainda fale de um filme de natal, depende do meu espirito natalicio…

TOP 2014 – Alucard’s Corner:

1. Zombi 2 / Zombie Flesh Eaters – Isolado no primeiro lugar, violento, sanguinário, brilhante, lutas de tubarões com zombies mas acima de tudo Fulci. Obrigatório sempre, para fãs de terror ou de qualquer outro estilo, Fulci criou um filme que pode ser apreciado por qualquer pessoa. Magnifico!

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2. Cani Arrabbiati – Facilmente cheguei ao primeiro lugar no meu top, admito que o segundo e o terceiro foram lutas renhidas, pensamentos e lembranças dos filmes a lutar entre si por um lugar neste top de tanto prestigio. Cani Arrabbiati acabou por vencer a luta, este filme é sufocante desde o primeiro minuto até ao seu final, a acção quase passada toda dentro de um carro deixa-nos num ambiente claustrofóbico como não sinto a muito tempo, os “vilões” são simplesmente “feios, porcos e maus” sem escrúpulos e bondade. Se Fulci foi o Mestre do Gore, Argento o Maestro do “Giallo”, Bava foi um génio.

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3. À Meia noite levarei a sua Alma – Admito que estive para dar o terceiro lugar a Bay of Blood, mas quando me lembro da minha segunda visualização da obra prima de Marins decidi fechar o pódio com Zé do Caixão.

Zé do Caixão pode não ter sido bem sucedido nos filmes que se seguiram como cheguei a falar durante a minha maratona, mas o primeiro filme da sua personagem tem um toque mágico, toda a ideia do anti-Cristo e da crença no homem é mais que suficientemente tresloucada para fazer um filme de respeito.

Marins pode quase ter assassinado Zé do Caixão com alguns dos seus filmes, mas À Meia noite levarei a sua Alma estará sempre entre nós para o salvar.

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4. The Devils – Então não era o Bay of Blood em quarto lugar está vocês a questionar-se ? Era para ser sim, até percorrer o meu blogue e ver “The Devils” e as imagens das freiras, os crucifixos, terços, profanações e a Vanessa Redgrave vieram novamente a cabeça, aquele filme que nos choca e nos persegue, aquele filme que não tenta se esconder em rótulos, aquele filme que nos deixa indispostos mas ao mesmo tempo com vontade de rever, a obra prima de Russell merece este ano, o próximo e daqui a 30 anos um lugar no meu top.

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5. Bay of Blood (Reazione a Catena) Pronto aqui está ele, Slasher a moda antiga como nós gostamos, pilhas de cadáveres sem razões aparentes, plágio ou homenagens no Sexta Feira 13, e um final pouco ortodoxo, Bava mostra a sua versatilidade e a razão porque é um génio. Obrigado Bava Lives!

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6. Cold Fish / Tsumetai nettaigyo – Já aconteceu a todos, vemos aquele filme que adoramos e queremos mostrar a toda a nossa família, amigos, inimigos, cão e gato e quando acabamos de ver pensamos “que bela porcaria de filme afinal..” é o perigo da segunda visualização muitos deles não vão ao encontro daquele impacto inicial. Cold Fish funciona exactamente ao contrário, vemos uma primeira vez e ele fica no “limbo”, aquela sensação em que o filme fica “entalado” entre a obra prima e o lixo, damos uma segunda oportunidade e levamos um murro no estômago que nos ajuda a engoli-lo. Cold Fish define-se assim engolimos e fica-nos na pele, ou simplesmente vamos vomita-lo porque não aguentamos a sua brutalidade. Sono não é um director convencional..

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7. Shivers – Cronenberg entra sempre directamente para o meu top,  aprendi a gostar de David com o eXistenZ , passei a venera-lo com o “The Fly”, duvidei dele quando vi o “Crash” no Estoril Film Festival onde tive o privilégio de estar no Q&A onde ele nos presenteou com a sua simpatia e humildade, e recordei-o este ano com Shivers. Cronenberg é um caso de estudo, é um realizador que se soltou das amarras do terror para se dedicar a algo diferente, mesmo que não concorde com a sua decisão pois penso que ainda tinha muito para dar, acabo sempre por o perdoar, e quando estou quase a esquecer-me que ele já não se dedica ao terror, vou buscar o Rabid ou Shivers e tudo volta ao normal.

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8. Ddongpari – O cinema está cheio de “anti-heróis”, aquelas personagens que são maus por natureza mas como uma bondade escondida, ultimamente o cinema coreano tem nos oferecido anti heróis aos pontapés, em 10 filmes que saem pelo menos um deles certamente que vai ter uma nessas personagens. Mas Ddongpari é outro nível, eu lembro-me de quando vi este filme pensei que ele abusava do drama, ele puxa-nos ao extremos, ele leva-nos com ele para o mundo de Sang-Hoon e quando saímos de lá trazemos cicatrizes profundas. Ddongpari já faz parte da minha colecção de DVD/Blu Ray e hoje tem um lugar no meu top.

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9. Pintu terlarang – A lista está quase no fim, admito que este ano a minha tarefa foi mais fácil que os anos anteriores, não pela fraca qualidade de filmes mas sim porque o blogue esteve a meio gás, mesmo com a chegada dos filmes da Arrow o tempo não se estendeu, e por vezes a preguiça esse pecado mortal também ganha pontos.

Na nona posição está este filme da Indonésia, se na altura disse que o filme era estranho e surreal, hoje a minha opinião não muda, ele continua a ser surreal e com um final surpreendente, vale a pena a sua visualização nem que seja pela curiosidade.

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10. You’re Next – Admito que na minha lista final tinha doze filme para dez lugares, se até ao sexto lugar as coisas estavam mais ou menos definidas daí para baixo as coisas azedaram, tive que fazer prós e contras, tive que puxar pela cabeça para me lembrar das cenas mais marcantes de alguns deles, mas no final You’re Next ganhou o lugar final. Porque? Não por ser original, não por ter uma história digna da Óscar, não porque tem um realizador que adoro. Simplesmente porque é um filme eficaz e vai directo ao assunto, não inventa espíritos, não temos fantasmas, não temos exorcismos, temos assassinos, temos sangue e temos violência. Querem um slasher ? You’re Next é o vosso filme.

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Obrigado a todos pela visitas, comentários, sugestões e criticas. Se alguém que acompanha o meu blogue quiser deixar nos comentários o seu top de este ano é mais que bem vindo!

P.S. – Um grande obrigado ao meu grande amigo K. que me fez umas barras novas para o meu blogue! És o Maior!!

Até 2015 ou talvez mais cedo!

 

 

 

Zombi 2 [1979]

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“The boat can leave now. Tell the crew. “

Dr. Menard

Respira fundo, prepara-te bem e vais conseguir. Tu serás capaz de falar sobre o Zombi 2 já viste o filme há mais de um mês, chegou a altura de dar a conhecer ao mundo aquilo que toda a gente já deve conhecer.

Zombie Flesh Eaters, Zombie 2, Zombie, Woodoo, L’Enfer des Zombies são os vários títulos que existem para o filme de maior sucesso de Lucio Fulci.

Zombi 2 é um filme cheio de polémica, qualquer fã de terror provavelmente está mais que ciente da mesma mas nunca é demais recordar.

Em Setembro de 1978 chega a Itália o filme Dawn of the Dead de George Romero, Dario Argento que tinha ajudado a financiar o filme de Romero com a condição de ficar com os direitos de distribuição fora dos Estados Unidos onde podia cortar e editar o filme a sua maneira, Romero concordou que ele o fizesse somente em países onde inglês não era a língua oficial. Assim sendo Argento cortou o filme deixando agora só com 119 minutos e alterou a sua banda sonora colocando a sua banda fetiche Goblin, o nome do filme em Itália ficou  Zombi: L’alba dei Morti Viventi e como seria de esperar teve um sucesso estrondoso.

Em  Julho de 1978 Sachetti o homem que está por trás da maior parte dos filmes italianos de essa altura, tinha escrito um argumento chamado “Nightmare Island”, esboço que serviu mais tarde para o Zombi 2. Como um dia já referi aqui os Italianos faziam mais de 360 filmes por ano, muitas vezes simplesmente copiavam as ideias dos filmes americanos e dava-lhe uma roupagem totalmente amadora, dentro de este panorama Fabrizio de Angelis viu aqui uma oportunidade de fazer dinheiro e aproveitou o argumento de Sachetti.

Sendo assim em Dezembro de 1978 De Angelis compra o argumento de Sachetti e no inicio escolhe Castellari para realizar o filme, mas o mesmo não mostra qualquer interesse em fazê-lo. Procura-se um alternativa que chega em Fevereiro de 1979 onde Lucio Fulci fica com o “papel” de director.  O filme é filmado em Roma, Republica Dominicana e em Nova Iorque e vê finalmente a luz do dia em Agosto de 1979. Óbvio que o nome então é mudado para Zombi 2 para dar a ideia que seria uma sequela ao filme de Romero, a ideia de mudar o nome do filme foi de Ugo Tucci outro dos produtores do filme.

Agora perdoem-me a heresia mas para mim Zombi 2 dá uma goleada a Dawn of the Dead em termos de todos os aspectos, mas já lá vamos. A história do filme começa com um barco a deriva em Nova Iorque, a policia intercepta o barco, ao investigar o mesmo acaba por sair de lá o nosso primeiro zombie. Mais tarde vimos a descobrir que o barco pertencia ao pai de Anne Bowles[Tisa Farrow] que ao tentar descobrir mais sobre o paradeiro do seu pai, acaba por ir ao encontro de Peter West [Ian McCullough] que também está a investigar o caso. Juntam então esforços para irem procurar o pai de Anne, assim sendo precisam de um barco para chegar a ilha aqui acabam por fazer amizade com Brian e Susan um casal que está de férias por aquelas partes, aqui a “equipa” fica completa podemos então zarpar para a ilha.

No caminho da ilha temos então a parte que provavelmente toda a gente conhece, a luta entre o Zombie e o tubarão branco, nos extras de este blu ray, um dos entrevistados finalmente dá-nos a conhecer a verdadeira razão por trás de este momento emblemático, Tucci tinha comprado 20minutos de vídeo com um tubarão no México, sendo assim “obrigou” Fulci a integrar o tubarão do filme, e em boa hora o fez pois sem dúvida que é uma cena mítica, acrescentado a excelente banda sonora de Fabio Tezzi ficamos com um marco do cinema de terror.

Chegando a ilha o festival gore que Fulci sabe nos oferecer chega finalmente, mas não é só sobre violência que este filme vive, o próprio argumento por muito que não seja digno de Óscar[se bem que actualmente qualquer coisa vale] consegue levar o filme a um bom porto e ser consistente até ao seu final.

O filme está cheio de parte míticas como a cena do tubarão, gostaria só de realçar a parte em que a belíssima Olga Karlatos [Mrs. Menard] é morta por Zombies, ou mesmo a parte do cemitério espanhol que para mim será um dos melhores momentos de zombies que vi até hoje. Óbvio que isto não era possível sem a mestria de Gianneto de Rossi que novamente apresenta uns efeitos especiais simplesmente geniais. São partes como estas que fazem a diferença entre o filme do Romero e o de Fulci, ambos são bons a sua maneira mas a minha escolha acaba por ser o filme de Fulci,

Zombi 2 além de toda a polémica que ficou envolvido acabou por ser um sucesso estrondoso acabando por ter diversas sequelas, Fulci começou a trabalhar no Zombi 3 mas acabou por deixar o filme a meio.

Devido a forte carga de violência que o filme apresenta obviamente que foi censurado,cortado e colocado nos video nasties no Reino Unido,entre outros países aconteceu o mesmo, penso eu que talvez estas sejam as principais razões para que Fulci nunca tenha tidoo reconhecimento mundial que merecia, hoje ainda existe censura em alguns filmes, e ainda fazem alguns cortes, a minha questão é para que? Tudo acaba por ser acessível mais tarde ou mais cedo.

Hoje termino com Fulci e por enquanto deixo aqui por curiosidade o meu top 5 por enquanto serão estes pois espero brevemente adquirir um box que a Shameless lançou onde inclui os filmes que ele lançou após a trilogia do “Gates of Hell” e pode ser que o mesmo acabe por mudar.

TOP 5:

  1. The Beyond

  2. Zombie Flesh Eaters

  3. The House of the Cemitery

  4. Don’t Torture a Duckling

  5. City of the Living Death