Mês 3 – Compras!

20150309_111137(1)Vamos lá então para o 3º mês da rubrica “eu compro isto para meter nojo aos outros, mas se a malta quiser partilhar o que compra para meter nojo a mim está a vontade”

Au-Dessus – s/t – O bandcamp é talvez uma das ideias mais geniais a seguir ao “myspace”, se o anterior era irritante com um player que bloqueava de 5 em 5 segundos, o bandcamp permite além de fazer streaming de imensas bandas, dá-nos ainda a possibilidade de comprar material directamente a banda em questão, sem intermediários, ou comissões para a editora. Au-Dessus foi uma das minhas mais recentes descobertas musicais, uma banda vinda da Lituania acaba por ter o seu primeiro EP lançado por uma editora polaca que até agora era completamente desconhecida para mim. Com aquele estilo de post-black metal que tanto está na voga actualmente por vezes é difícil encontrar bandas que se destaquem, Au-Dessus consegue agarrar logo aos primeiros segundos da primeira música, sabemos que vem algo especial.

https://witchinghourproductions.bandcamp.com/album/au-dessus
At The Gates – At War With Reality – Os ATG são mais um daqueles casos que por vezes mostra que a arte da música e do cinema estão sempre sujeitos aos criticos e a pressões externas. O seu último álbum (um dos meus preferidos de sempre) Slaughter of the Soul foi lançado em 1995, após uns momentos atribulados decidem-se e cada membro segue o seu rumo sendo que alguns juntaram-se para formar a banda The Haunted. Como tem vindo a ser habitual nos últimos tempos, as bandas que agora são de culto que foram ignoradas enquanto estavam activas, e aqui entra a minha comparação com o cinema, quantos realizadores estão hoje a ter sucesso após a sua morte ou reforma ?

Os ATG voltam-se a juntar para lançar em 2014 o At War With Reality, a melodia, a voz tudo o que caracteriza os ATG ainda está lá, não é um álbum brilhante tendo algumas músicas de “encher chouriços”, mas acaba por ter um resultado satisfatório.

A Storm of Light – Forgive Us Our Trespasses – Os ASOL são uma banda que guardo um carinho especial, após o lançamento do seu primeiro CD apareceram em Portugal para um concerto, admito que o concerto não me encheu as medidas, o som do primeiro álbum não é fácil de reproduzir sem se tornar monótono,lembro que o concerto foi num teatro em Oeiras, e o amigo que me acompanhou a esta aventura acabou por adormecer, mas  existem bandas que não foram feitas para actuar ao vivo e ASOL são uma delas, muito por culpa da falta de talento vocal de Josh Graham, em estúdio existe mil truques para disfarçar tal fraqueza mas ao vivo é impossível, ainda decide dar uma segunda oportunidade quando voltaram a ir a Portugal já na ressaca de este álbum que adquiri, mas novamente a desilusão tomou conta de mim, assim como esta obra. Acabei por comprar o CD mesmo só para para ter a discografia dos ASOL completa brevemente.

Corpus Christii – Saeculum Domini (esqueci-me de colocar na foto lol) / The Fire God – Quando comecei a ouvir metal ignorava completamente a “onda” portuguesa. Como quando começamos a ver cinema e pensamos que só “Hollywood” sabe fazer filmes, no metal sempre pensei que as bandas portuguesas não tivessem categoria suficiente para merecerem a minha atenção. Não podia estar mais enganado, um dia numa daquelas promoções manhosas da FNAC encontrei o Rising dos CC, comprei por curiosidade e ainda bem que o fiz no dia que ouvia pela primeira vez o Nocturnus Horrendus a usar a sua voz poderosíssima, a debitar o seu black metal old school impõe respeito, não me esqueço da primeira vez que ouvi a música “The Wanderer ” do albúm Rising, no CD e ao vivo são momento totalmente arrepiantes. Estes dois primeiros trabalhos já mostram a qualidade que se reconhece nos CC, mesmo que ainda tenham aquelas produções “Made in fundo da Caverna”, mas é também curioso o uso de teclados a fazer lembrar os Emperor só para citar algumas bandas que usaram esse tipo de instrumento. Crown Denied será o momento mais alto para mim. Bem mas brevemente um novo álbum está para sair e não existe melhor altura para adquirir estes álbuns para continuar acompanhar a excelente evolução dos CC.

Filii Nigrantium Infernalium – A Era Do Abutre – Filii entra exactamente na mesma onda dos CC, existiam duas bandas que surgiam sempre em conversas sobre o “metal português”, um era os CC a outra era os Filii, ignorados por mim até colocar os meus ouvidos no brutal Fellatrix Discordia Pantokrator, passaram sem qualquer problema para o meu topo de prioridades em adquirir os seus trabalhos todos. A Era do Abutre não está nem de perto nem de longe perto do fantástico Fellatrix Discordia Pantokrator , mas podemos sempre nos lembrar que foi lançou as “sementes” para o que vinha para ai.

Malachi – s/t LP – Já disse tudo o que tinha a dizer sobre os Malachi anteriormente, finalmente consegui completar a minha discografia de esta banda.

Manes – Pro-Gnosis-Diabolis LP – Já tinha adquirido a versão CD há uns tempos atrás, mas existe sempre aquela música que nos falta ouvir, Manes são um dos casos raros de bandas que decidem deixar o “metal” completamente de fora para se lançarem num ambiente electrónico, aqui ainda não mostravam qualquer sinal de que isso ia acontecer, pois a verdadeira viragem foi com o sempre único Vilosphe, mas Manes não enganaram nunca, seja a fazer black metal da caverna, seja a brincar aos rap com o How the World Came to an End.

Rage Against The Machine – The Ghost of Tom Joad – Single / Bulls on Parade – Single – Como também já referi em outro post, os singles dos RATM servem simplesmente para ter em áudio de CD aquelas músicas não lançadas em CD, neste caso temos só o Hadda Be Playing On The Jukebox que acabou por ser lançado no Live/Rare CD. A versão em estúdio acaba por perder metade da mensagem da versão ao vivo, mas fica para o quadro de honra.

P.s. – Espero muito em breve voltar ao filmes, a box da Hammer já está em rotação do meu DVD, mas por enquanto ainda só consegui visualizar um filme dos 5 que fazem parte do livro 1, novidades para muito breve, assim espero!

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Manes

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Manes são mais uma daquelas bandas que nasceram no black metal, e aos poucos foram mudado a sua sonoridade para uma onda mais electrónica/avantgarde que os diferenciam de algumas bandas. Retornaram o ano passado depois de algum tempo inactivos, esse álbum não faz parte ainda da minha colecção pois ainda estou a digerir.. Brevemente tópico Compras Mês 3! E possivelmente uma primeira review a minha box da Hammer!

Mês 2 – Compras

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Sim a imagem está torta, a fotografia é uma porcaria [estes tablets prometem muito mas depois..] mas o que importa aqui é mostrar o que se comprou.. adiante

Rage Against The Machine – Killing in the Name Of ; Guerilla Radio dois singles para fazerem companhia a minha discografia quase completa de uma das bandas mais politicas do último século, provavelmente existem mais bandas com  mais qualidade musical e conteúdo politico que os RATM, mas para mim RATM será sempre aquela banda que não cansa, aquela banda que podemos ouvir todos os dias, e não nos cansamos. Tive aquela oportunidade de os ver ao vivo num festival de verão quando se juntaram para ganhar uns trocos, mesmo sem aquela energia que os caracterizava no inicio da sua carreira, foi um concerto marcante para mim. Falando sobre os singles até recentemente ignorava completo tal “moda” de ter tudo, desde demos, DVD’s de concertos ou aquele bootleg, mas quando temos como extra a mítica música Fuck the Police no single Guerilla Radio ainda por cima com o preço de £1 merece vir directamente para a minha estante.

Mastodon é uma das bandas do momento, existem pessoas que já os comparam como os substitutos dos Metallica nas lides do “metal” quando eles finalmente decidirem arrumar as botas, na minha opinião pessoal não tem ainda carisma suficiente para tanto mas qualidade pelo menos não lhes falta. Conheci Mastodon ironicamente num concerto de Metallica, na altura o talento musical de Troy Sanders para cantar ao vivo era digno de filme de terror, após aquele pobre espectáculo não tinha grande curiosidade em os ouvir, um dia na revista Loud! destacavam novamente a banda, decidi dar-lhe uma segunda oportunidade. Remission foi a minha escolha, que álbum fantástico ainda hoje me surpreende quando o oiço. Ainda na memória com essa qualidade quando encontrei Crack The Skye, Blood Mountain e Once More ‘Round the Sun, novamente a um bom preço, não hesitei em comprar, mesmo sem nunca ter ouvido os dois primeiros. Até agora não me surpreenderam, mas por vezes são álbuns difíceis de digerir as primeiras audições, Once More ´Round the Sun já o tinha ouvido no ano passado não surpreende como o Remission ou o Leviathan mas não deixa de cumprir o seu objectivo.

Secret of the Moon – Stronghold Of The Inviolables fazer black metal fora das “regras” ou seja gravar dentro de uma caverna, colocar corpse paint e falar sobre o grande senhor Lúcifer é perigoso para qualquer banda, SOTM desafiam essas tendências, uma banda que infelizmente já sofreu imensas mudanças de elementos acaba pelo bem e pelo mal, influenciar as suas tendências músicais, Stronghold of the Inviolables não tem nenhuma música marcante como os últimos álbuns que eles lançaram, mas é um começo de uma banda que hoje me surpreende a cada lançamento que 2015 seja o regresso a mais uma surpresa.

Sigh – Hangman’s Hymn aplica perfeitamente aquilo que falei sobre o SOTM, banda com mais de 25 anos de carreira, começou pelo black metal da “caverna” até que decidiu dar um pontapé na monotonia e lançar-se numa onda mais “avant-garde” e que maravilha, este álbum é uma dose de loucura que não se pode explicar. Músicas como “In Devil’s Arms ” , “Dies Iræ/The Master Malice ” representam o melhor de um metal sinfónico, com alguns guturais com doses de completa anarquia. Sigh ao contrário de SOTM tiveram bem activos nos últimos anos, mesmo com bons álbuns como Scenes of Hell falta-lhes aquele “je ne sais quoi” de Hangman’s Hymn.

Provavelmente até ao final do mês ainda vai entrar mais um ou outro CD, se valerem a pena mostrarei aqui no blogue. Atrás dos cd’s está a minha linda box dos Blind Dead, mas em principio amanhã chegara a minha melhor compra de este mês..

Fiquem atentos!

January Sale

20150124_161017As primeiras compras de este ano chegaram pelo menos há duas semanas atrás, mas só há pouco tempo lhes consegui meter os “ouvidos em cima”,

Ora o que entrou aqui foi:

Malachi – Wither to Cover the Tread [LP] – Sabem aqueles CD’s que vocês tem na vossa lista de desejos há imenso tempo mas nunca vão cometer a loucura de os comprar ? Ora este é daqueles negócios de ocasião que encontrei recentemente no Ebay, por £7 assim consegui finalmente encontrar um dos LP’s mais desejados na minha lista de desejos, Malachi é uma banda de Atmospheric Doom Metal/Crust, forte e sujo com uma melodia de violoncelo pelo meio fica sem dúvida magnifico.

Wistful – s/t  – Banda de Post-Black Metal/Shoegaze surgiu em 2010 o estilo apoderou-se da cena “metálica” durante algum tempo, em comparação com o cinema de terror, o Post Black Metal/Shoegaze está tanto na moda como os found footage estiveram, e como no cinema em dez só se aproveita uma. Mesmo que Wistful não seja magnifico, para mim enche-me as medidas, principalmente a cover final da música dos Dead Can Dance.

Pyramido – Sand – Fiz uma compra há editora israelita Total Rust, como extra o Gad enviou-me este CD; tenho um fraquinho por Sludge/Doom mas por enquanto Pyramido ainda não me bateu já o ouvi três vezes, se entretanto assim continuar simplesmente fica na prateleira a ganhar pó.

Isolation – Striding on the Path of Nihil [demo] – Em tempos comprei um Split em que tinha Austere e Isolation ambas praticavam um Black/Doom Depressive Metal. Isolation ficou-me sempre na memória como uma das minhas primeiras descobertas no género, esta reedição do demo só me mostrou que existia qualidade.. o que não se veio a comprovar com o que apareceu a seguir. Nesta mesma compra encontrei também o último álbum de Isolation – Closing Circle e que desilusão, deixando para trás todo o “peso” Isolation transformou-se em uma banda sem qualquer diferença de tantas outras que aparecem por esse mundo fora, simplesmente desolador.

Rotting ChristNon Serviam / Passage to Arcturo / Thy Mighty Contract – Rotting Christ não precisa de apresentações, se hoje ninguem compra CD’s sem os sacar primeiro e os ouvir, Rotting para mim é aquela banda que em cada lançamento o CD/DVD/Vinil vai logo para a colecção mesmo sem ouvir.

Malachi / The Bastard Noise – The Immortals – Spilt entre duas bandas tão diferentes, mas a qualidade de Malachi continua lá.

Top 2014

Estive para terminar o ano a falar-vos do novo filme de Kenshin, mas como o filme está dividido em duas partes e como não sei quanto vou ter acesso a segunda, decidi passar já para o top 2014 de este ano. Como nos anos anteriores vou só colocar filmes que tiver a oportunidade de ver e falar no blogue, talvez antes do fim do ano ainda fale de um filme de natal, depende do meu espirito natalicio…

TOP 2014 – Alucard’s Corner:

1. Zombi 2 / Zombie Flesh Eaters – Isolado no primeiro lugar, violento, sanguinário, brilhante, lutas de tubarões com zombies mas acima de tudo Fulci. Obrigatório sempre, para fãs de terror ou de qualquer outro estilo, Fulci criou um filme que pode ser apreciado por qualquer pessoa. Magnifico!

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2. Cani Arrabbiati – Facilmente cheguei ao primeiro lugar no meu top, admito que o segundo e o terceiro foram lutas renhidas, pensamentos e lembranças dos filmes a lutar entre si por um lugar neste top de tanto prestigio. Cani Arrabbiati acabou por vencer a luta, este filme é sufocante desde o primeiro minuto até ao seu final, a acção quase passada toda dentro de um carro deixa-nos num ambiente claustrofóbico como não sinto a muito tempo, os “vilões” são simplesmente “feios, porcos e maus” sem escrúpulos e bondade. Se Fulci foi o Mestre do Gore, Argento o Maestro do “Giallo”, Bava foi um génio.

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3. À Meia noite levarei a sua Alma – Admito que estive para dar o terceiro lugar a Bay of Blood, mas quando me lembro da minha segunda visualização da obra prima de Marins decidi fechar o pódio com Zé do Caixão.

Zé do Caixão pode não ter sido bem sucedido nos filmes que se seguiram como cheguei a falar durante a minha maratona, mas o primeiro filme da sua personagem tem um toque mágico, toda a ideia do anti-Cristo e da crença no homem é mais que suficientemente tresloucada para fazer um filme de respeito.

Marins pode quase ter assassinado Zé do Caixão com alguns dos seus filmes, mas À Meia noite levarei a sua Alma estará sempre entre nós para o salvar.

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4. The Devils – Então não era o Bay of Blood em quarto lugar está vocês a questionar-se ? Era para ser sim, até percorrer o meu blogue e ver “The Devils” e as imagens das freiras, os crucifixos, terços, profanações e a Vanessa Redgrave vieram novamente a cabeça, aquele filme que nos choca e nos persegue, aquele filme que não tenta se esconder em rótulos, aquele filme que nos deixa indispostos mas ao mesmo tempo com vontade de rever, a obra prima de Russell merece este ano, o próximo e daqui a 30 anos um lugar no meu top.

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5. Bay of Blood (Reazione a Catena) Pronto aqui está ele, Slasher a moda antiga como nós gostamos, pilhas de cadáveres sem razões aparentes, plágio ou homenagens no Sexta Feira 13, e um final pouco ortodoxo, Bava mostra a sua versatilidade e a razão porque é um génio. Obrigado Bava Lives!

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6. Cold Fish / Tsumetai nettaigyo – Já aconteceu a todos, vemos aquele filme que adoramos e queremos mostrar a toda a nossa família, amigos, inimigos, cão e gato e quando acabamos de ver pensamos “que bela porcaria de filme afinal..” é o perigo da segunda visualização muitos deles não vão ao encontro daquele impacto inicial. Cold Fish funciona exactamente ao contrário, vemos uma primeira vez e ele fica no “limbo”, aquela sensação em que o filme fica “entalado” entre a obra prima e o lixo, damos uma segunda oportunidade e levamos um murro no estômago que nos ajuda a engoli-lo. Cold Fish define-se assim engolimos e fica-nos na pele, ou simplesmente vamos vomita-lo porque não aguentamos a sua brutalidade. Sono não é um director convencional..

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7. Shivers – Cronenberg entra sempre directamente para o meu top,  aprendi a gostar de David com o eXistenZ , passei a venera-lo com o “The Fly”, duvidei dele quando vi o “Crash” no Estoril Film Festival onde tive o privilégio de estar no Q&A onde ele nos presenteou com a sua simpatia e humildade, e recordei-o este ano com Shivers. Cronenberg é um caso de estudo, é um realizador que se soltou das amarras do terror para se dedicar a algo diferente, mesmo que não concorde com a sua decisão pois penso que ainda tinha muito para dar, acabo sempre por o perdoar, e quando estou quase a esquecer-me que ele já não se dedica ao terror, vou buscar o Rabid ou Shivers e tudo volta ao normal.

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8. Ddongpari – O cinema está cheio de “anti-heróis”, aquelas personagens que são maus por natureza mas como uma bondade escondida, ultimamente o cinema coreano tem nos oferecido anti heróis aos pontapés, em 10 filmes que saem pelo menos um deles certamente que vai ter uma nessas personagens. Mas Ddongpari é outro nível, eu lembro-me de quando vi este filme pensei que ele abusava do drama, ele puxa-nos ao extremos, ele leva-nos com ele para o mundo de Sang-Hoon e quando saímos de lá trazemos cicatrizes profundas. Ddongpari já faz parte da minha colecção de DVD/Blu Ray e hoje tem um lugar no meu top.

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9. Pintu terlarang – A lista está quase no fim, admito que este ano a minha tarefa foi mais fácil que os anos anteriores, não pela fraca qualidade de filmes mas sim porque o blogue esteve a meio gás, mesmo com a chegada dos filmes da Arrow o tempo não se estendeu, e por vezes a preguiça esse pecado mortal também ganha pontos.

Na nona posição está este filme da Indonésia, se na altura disse que o filme era estranho e surreal, hoje a minha opinião não muda, ele continua a ser surreal e com um final surpreendente, vale a pena a sua visualização nem que seja pela curiosidade.

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10. You’re Next – Admito que na minha lista final tinha doze filme para dez lugares, se até ao sexto lugar as coisas estavam mais ou menos definidas daí para baixo as coisas azedaram, tive que fazer prós e contras, tive que puxar pela cabeça para me lembrar das cenas mais marcantes de alguns deles, mas no final You’re Next ganhou o lugar final. Porque? Não por ser original, não por ter uma história digna da Óscar, não porque tem um realizador que adoro. Simplesmente porque é um filme eficaz e vai directo ao assunto, não inventa espíritos, não temos fantasmas, não temos exorcismos, temos assassinos, temos sangue e temos violência. Querem um slasher ? You’re Next é o vosso filme.

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Obrigado a todos pela visitas, comentários, sugestões e criticas. Se alguém que acompanha o meu blogue quiser deixar nos comentários o seu top de este ano é mais que bem vindo!

P.S. – Um grande obrigado ao meu grande amigo K. que me fez umas barras novas para o meu blogue! És o Maior!!

Até 2015 ou talvez mais cedo!